Blog de pr-off gallileo - Alberto Ribeiro Rosa Júnior -


 
 

dragonzakura - letra da música

 

I can mayowazu ni susumou
Negai ni chikadzukeru yo
I see the light
wake up, stand up
Mou ichi do asu e try

Look at my chisai kono kono te de
Hold on tight tsukamaeta my precious
Nakushisou na visions in me
Miushinaitakunai jibun no way

Do you know that I want it all
Kokoro no oku de kagayakitsudzukeru
Sono yume wo wasurenaide

I can mayowazu ni susumou
Negai ni chikadzukeru yo
Itsu no hi ni ka afureru hikari no hana wo sakaseyou
I see the light
wake up, stand up
Mou ichido asu e try

Here I am hitomi tojitara
Hitori ja nai koto ni kidzuita
Kawaite ita kokoro ga ureshii namida ni somaru once again

I promise ima kara
Kono mune no naka de ugokihajimeta
Kono kodou kanji nagara
I will omoi kiri tsuranuku
Kono mama hashiritai kara
Itsuno hi ni ka yume mita basho de
a-ha-ha to waratte iru desho
wake up, stand up
Nando demo get up and try

Carry on...

I realize
I realize
that we can get there

I can mayowazu ni susumou
Negai ni chikadzukeru yo
Itsu no hi ni ka afureru hikari no hana sakaseyou
I will omoi kiri tsuranuku
Kono mama hashiritai kara
Itsuno hi ni ka yume mita basho de
a-ha-ha to waratte iru desho
wake up, stand up
Nando demo get up and try

 

 



Categoria: cinema
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:37:47
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Glinka - Verdi - Tchaikovsky

Russlan e Ludmila: operture 5

OUVIR O PROGRAMA
(Locução:00min32 / Música:04min57)

.

A Força do Detino : opeture 7

Capricho italiano, op.45 - 15

 

 

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 19:35:48
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Sociedade Esportiva Brasileirinho ---Homenagem ao maior time de futebol que permeou os campos da Vila Jaguaribe e Vila Sodipe

     Na lembrança de muitos jordanenses está com certeza, os bons momentos proporcionados por uma equipe que também marcou época no esporte. Estamos nos referindo à Sociedade Esportiva Brasileirinho, que em 1968 sagrou-se Campeã Jordanense. Orgulhosamente seus atletas perfilaram ostentando a faixa de Campeão. Lembram-se deles? Expedito Torres (Presidente), Luizinho de Freitas, Beá, Sebastião Simplicio, Toninho, Pelé, João Sarapeão (goleiro), José Raimundo, Jair Careca, Barrinha, José Siciliano e José Pinhão.

     Nos anais da historia do futebol eles marcaram presença e por isso merecem figurar em Momentos de Glória do Nosso Esporte.

 

 

FONTE< http://www.guiacampos.com.br/jgesportes/materias/brasileirinho.htm > visitado em 27/11/2008



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:41:40
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Repostagem de 5%

A maior bronca que já levei

 
Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.
Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu?

Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

"Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta percentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros rofissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de ...".

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto ?

Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa:
se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."    Autor Desconhecido


Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:01:07
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fuvest, só passa quem presta.

Prova Fuvest 2009 - Confira a Correção online principais cursinhos de São Paulo.

COC Vestibulares


Cursinho Objetivo


CursoAnglo


Cursinho Etapa



Categoria: gramática
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:13:43
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ATTENÇÃO - ATENÇÃO

Seguem abaixos os conteúdos das avaliações bimestrais.

Organizem seus estudos e boa prova!!!!



Categoria: lingüística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:49:51
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Conteúdo para 2º EM - 4º Bimestre - MARILLAC

Advérbio;

Valores semânticos das locuções adverbiais;

Romance Urbano;

Enredo de “A Moreninha”;

Enredo de “Memórias de Um Sargento de Milícias”;

Termos relacionais;

Preposição;

Combinação e contração prepositiva;

Conjunção

Conjunções coordenativas;

Conjunções subordinativas.

Interjeições

Poesia Gótica – Conto de Mistério

 

A NOTÍCIA

 



Categoria: lingüística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:42:47
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Conteúdo para 1º EM - 4º Bimestre - MARILLAC

Sons e Letras – Fonética e fonologia;

Dígrafo e difono;

Classificação dos fonemas;

Sílaba;

Encontro Vocálico;

Encontro Consonantal;

Ortoepia e prosódia;

Barroco em Portugal

Pe. Antonio Vieira: Enredo de “O Sermão da sexagésima”;

A expressão escrita: ortografia – divisão silábica

Acentuação.



Categoria: lingüística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:42:02
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Conteúdo para 8º EF - 4º Bimestre - MARILLAC

A pontuação;

Interpretação de textos;

Divulgação de Científica;

A conjunção;

Conjunções coordenativas;

Conjunções subordinativas;

Emprego da palavra “porque”;

Período Simples e Composto.



Categoria: lingüística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:40:45
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Conteúdo para 9º EF - 4º Bimestre - MARILLAC

A Articulação;

Sintaxe de Regência;

A informatividade – Texto dissertativo;

Regência Verbal;

Regência Nominal;

Qualidade dos argumentos;

Regência – Crase;

Emprego do pronome demonstrativo;

Colocação Pronominal;



Categoria: lingüística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:38:51
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Efemerides de Novembro

Movimentos sociais e revoltas já indicavam a falência do regime monárquico. A Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) já carregavam o gérmen do sistema republicano de governo.
 
No dia 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República no Brasil. O sistema monárquico do governo, sob o comando do ministro Visconde de Ouro Preto, já não tinha o apoio da Igreja, nem dos militares, das lideranças civis e nem dos antigos senhores de escravos.
 
Por essa razão, a Proclamação da República foi pacífica, sem guerra nem derramamento de sangue. Montado em seu cavalo, o marechal Deodoro desfilou uma longa lista de queixas, pessoais e corporativas, contra o governo do Visconde de Ouro Preto e não contra o Imperador D. Pedro II. Naquela mesma hora, o Visconde foi preso e o gabinete derrubado. Na saída, o marechal Deodoro, à frente da tropa, obedeceu ao cerimonial militar de saudação ao Chefe de Estado: com o quepe erguido pela mão direita acima da cabeça, deu um “viva ao Imperador”.
 
Estabeleceu-se um governo provisório chefiado pelo próprio marechal. Esse governo comunicou a D. Pedro II que havia sido proclamada a República e que a Família Real deveria deixar o Brasil. O major Sólon Ribeiro foi encarregado de entregar a mensagem ao Imperador, que, no dia 17 de novembro, a bordo do navio “Alagoas”, partiu para a Europa com sua família.
 
O Brasil passou a ser uma República, com uma nova Constituição e uma nova bandeira.
 



Categoria: gramática
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 16:34:22
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Unicamp espera quase 50 mil neste domingo;



Acontece neste domingo (16) a primeira fase do vestibular 2008/9 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), aplicado para 49.287 inscritos, a partir das 14h. Os portões dos locais de prova serão fechados às 13h45.

Ao término do exame, de quatro horas e meia de duração, professores do curso Objetivo farão a resolução comentada das questões, publicada em tempo real pelo UOL Vestibular.

  • Confira lista completa de concorrência da Unicamp
  • 10 dicas para quem vai fazer o vestibular da Unicamp
  • "Provas da Unicamp não têm pegadinha", diz coordenador do vestibular
  • "Vestibular 2009: temas que mais caem

    Não é necessário levar comprovante de inscrição - basta apresentar documento de identididade original, com foto. O exame, composto de questões discursivas, poderá ser feito a lápis. Também é recomendável levar caneta azul ou preta, borracha e uma pequena régua.

    Calculadora, celulares e pagers, corretivo líquido, relógio com calculadora e boné são proibidos.

    Estão em jogo 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

    O padrão de respostas será divulgado na terça-feira (16).

    Outras informações podem ser obtidas no site da Unicamp.


  • Categoria: gramática
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 10:00:37
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    SLAUGHTERHOUSE-FIVE - Literatura moderna internacional

    Começarei a leitura de um romance sobre a Segunda Guerra Mundial - Comentarei assim que tiver qualquer impressão.

    MATADOURO 5 - Kurt Vonnegut

     



    Categoria: literatura
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:03:02
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    LIBERDADE - LIBERDADE

     Hoje é um dia de feriado civil e a maioria de nós nos esquecemos destes detalhes. Como professor e como cidadão oferecerei no blog de hoje a letra do hino à Proclamação da República. Você pode até estar se perguntando e o que eu tenho a ver com isso? Só uma coisa diria meu famigerado avô: Uma pátria não se faz pelos outros. Se faz pelo e no indivíduo.

    Se tiver paciência boa leitura.....

    Dominío Público - Biblioteca digital - Hino em mp3

     

    ==Letra Hino da proclamação da República==

    Seja um pálio de luz desdobrado,
    Sob a larga amplidão destes céus
    Este canto rebel que o passado
    Vem remir dos mais torpes labéus.
    Seja um hino de glória que fale,
    De esperança de um novo porvir,
    Com visões de triunfos embale
    Quem por ele lutando surgir.
    Liberdade! Liberdade!
    Abre as asas sobre nós
    Das lutas, na tempestade
    Dá que ouçamos tua voz.
    Nós nem cremos que escravos outrora,
    Tenha havido em tão nobre país
    Hoje o rubro lampejo da aurora,
    Acha irmãos, não tiranos hostis.
    Somos todos iguais, ao futuro
    Saberemos unidos levar,
    Nosso augusto estandarte, que puro,
    Brilha ovante, da Pátria no altar.
    Liberdade! Liberdade!
    Abre as asas sobre nós
    Das lutas, na tempestade
    Dá que ouçamos tua voz.
    Se é mister que de peitos valentes,
    Haja sangue em nosso pendão,
    Sangue vivo do herói Tiradentes,
    Batizou este audaz pavilhão.
    Mensageiro de paz, paz queremos,
    É de amor nossa força e poder
    Mas da guerra nos transes supremos,
    Heis de ver-nos lutar e vencer.
    Liberdade! Liberdade!
    Abre as asas sobre nós
    Das lutas, na tempestade
    Dá que ouçamos tua voz.
     
    Do Ipiranga é preciso que o brado,
    Seja um grito soberbo de fé,
    O Brasil já surgiu libertado,
    Sobre as púrpuras régias de pé.
    Eia pois, brasileiros, avante!
    Verde louros colhamos louçãos,
    Seja o nosso país triunfante,
    Livre terra de livres irmãos!
    Liberdade! Liberdade!
    Abre as asas sobre nós
    Das lutas, na tempestade
    Dá que ouçamos tua voz.



    Categoria: Clássicas
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 16:19:50
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    Dragon Zakura

    Olá alunos!!!...este link os levará ao Dragon Zakura que tanto falei

    LINK JÁ http://www.youtube.com/profile?user=gokusen2gokusen&view=videos  

    o problema é que este link tem legendas em inglês....ainda não achei o doroma em pt.

    Bom filme!



    Categoria: cinema
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 23:38:45
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    para meus pupilos que consomem qualquer coisa engraçada doss tubes e da tv.

    No final de semana, passando pelo blog de um velho amigo de infância dos tempos de Camjordaum, vi este maravilhoso post que é um protesto contra aqueles que não leram "do bom senso e do bom gosto", veja isto

     

    "http://blogdomalcan.blogspot.com/2008/10/criao-de-um-monstro.html"

    Antonio Tabet, Dono do blog kibe loco, a um tempo atrás, fez um videoclipe de uma musica que era só uma brincadeira de acampamentos juvenis. Sem ele saber, acabou criando um monstro, enorme, e que atormenta milhões de pessoas no nosso país.
    Esse monstro é um verdadeiro camaleão, que tomou diversas formas, que vão deste de simples comerciais, até propaganda politica.
    Esse monstro se chama DANÇA DO QUADRADO!

    Povo, é só fazer uma pesquisa no youtube, que vocês vão ver milhares de videos e versões dessa aberração que insistem em chamar de musica. Já deu o que tinha que dar, já fez pessoas dar risadas, gente boba dançar, agora está na hora de parar. mas não param. A todo momento, alguem fala, canta, ou cita essa coisa. E quando criam as versões? Quem achava que o mau gosto humano tinha limites, é porque não ouviu as versões. Não citarei nenhuma, por respeito a você, leitor. E também pra que eu não vomite.

    O pior é que o tabet sente orgulho do monstro que criou......

    Masssss...... como a moda é criar uam versão pra dança do quadrado, aqui vai a minha


    ixo, iixo, essa dança é um lixo [2x]

    só quem dança é gente burra
    só quem dança é gente burra

    ada, aada, mas que letra retardada
    eu disse ada, aada, mas que letra retardada

    quem canta é idiota
    quem canta é idiota

    aco, aaco, isso já encheu o saco [2x]

    cada um carregando seu saco
    cada um carregando seu saco

    ina, ina, vai cantar mal lá na china
    eu disse ina, ina, vai cantar mal lá na china

    a cantora deve ir pra prisão
    a cantora deve ir pra prisão

    era, era, que compositor fulera
    era, era, mas que compositor fulera

    O compositor vai pra cadeia
    o compositor vai pra cadeia


    E chega!!! não aguento mais essa joça!!



    Ai que vergonha de ter feito essa versão!


    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:40:13
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    sem comentários....um domingo em que ele podia ter virado herói



    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:29:33
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    vai Rubinho , é sua chance de o Brasil te perdoar

    Desde minha adolescência, no auge dos anos 90, fazendo esquisitices como intercalando meus dias de Domingo para assistir as corridas de Fórmula 1 e a catequese na Vila Sodipe; Sempre duvidei de que Rubens Barrichelo serviria para substituir qualquer herói nacional. Não tinha gana, nem espirito de vencedor. Isso me depremia um pouco, pois me diziam: Ele ganha milhões para ser o segundo e eu não queria acreditar. Amanhã este mesmo piloto terá a oportunidade de se redimir de seu passado pouco proveitoso para o Brasil e dar mostra de que não é só o empregado do mês.

    BATE NO HAMILTON, RUBINHO.
    O BRASIL PERDOA VOCÊ.

    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 17:16:53
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    Conto ou não conto...

    preciso convidar a todos vocês leitores deste blog a visitar e prestigiar esta peça de teatro de JOYCE, uma grande estrela de teatro.

    Vejam o folder de convite.......

    Diante dos olhos uma nova janela,

    Nos faz descobrir,ao olharmos pra ela,

    A fantasia invadida pelo mundo real

    Que faz essa história não ser trivial.

     

    Se Branca de Neve e Cinderela

    Ingenuidade e Brandura tais roupas não vestem.

    Pintando o 7 com riso e aquarela,

    Tristeza e loucura os deuses lhe tecem

     

    Que história é essa,com tal discrepância?

    Mudaram os contos que se ouviram na história.

    Conto ou não conto? Uma peça que incita.

     Não fique ai parado: Venha logo e assista!

     

     Dias 14,15 e 16 no Teatro Escola Macunaíma.




    Categoria: cinema
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 17:25:34
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    estudar com KANGURU???????

    O Australian Education International de São Paulo, órgão oficial do Governo Australiano, convida você a participar do EVENTO GRATUITO que será uma oportunidade única de conseguir aconselhamento especializado em seleção de cursos de graduação e pós-graduação, oportunidades de carreira e serviços de apoio.
    Information Day da University of Melbourne e da Australian National University
    São Paulo, dia 3 de novembro de 2008, das 17h às 21h - Renaissance Hotel São Paulo - Alameda Santos, 2233 - Jardins - São Paulo, SP

    Para fazer a sua inscrição clique aqui.

    No próximo dia 3, duas das principais universidades da Austrália estarão em São Paulo para oferecer a você a oportunidade de se encontrar com sua equipe acadêmica e profissional.
    Ambas universidades oferecem cursos de graduação e pós-graduação nas mais diversas áreas: Administração, Engenharia, Arquitetura, Computação, Saúde, Ciências, Artes e Design, Meio-Ambiente, Direito e Ciências Sociais. Programe-se para conversar diretamente com orientadores e acadêmicos especializados, que irão lhe ajudar a encontrar o programa educacional ideal para atender às suas necessidades.

    Como parte deste evento, dois seminários também serão oferecidos por acadêmicos de ponta destas universidades:

    19h - Formas urbanas e suas relações com sistemas naturais
    Professora Adjunta Justyna Karakiewicsz
    Chefe de Design Urbano, Escola de Design de Melbourne - University of Melbourne

    20h - Computação de Alta Performance, Inteligência Artificial, Engenharia de Software e drift de quatro rodas: pesquisa de computação na Australian National University
    Professor Adjunto Chris Johnson
    Departamento de Ciências da Computação - Australian National University (ANU)

    Para fazer a sua inscrição clique aqui.

    Para mais informações acesse http://www.studyinaustralia.gov.au/Sia/pt/Help/Brazil/Events.htm.

    The University of Melbourne
    Estabelecida em 1853, a University of Melbourne é uma instituição pública que faz contribuições eminentes à sociedade em pesquisa, ensino e transferência de conhecimento. A Universidade vem ajudando a formar a vida social, cultural e científica de Melbourne e da Austrália por mais de 150 anos. Nossa reputação está alicerçada pela excelência no ensino e aprendizado, e pelo nosso status como a mais bem conceituada universidade de pesquisa da Austrália.
     
    The Australian National University
    A Australian National University (ANU) é singular entre seus contemporâneos sendo a única universidade australiana estabelecida por um Ato do Parlamento Federal, em 1946. Ela é também uma das universidades de pesquisa mais intensa, com uma alta proporção de equipe acadêmica por alunos. A ANU foi estabelecida com a responsabilidade de avançar a causa de aprendizado e pesquisa na Austrália, e de merecidamente se estabelecer entre as grandes universidades do mundo.
     
    www.unimelb.edu.au www.anu.edu.au


    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 15:06:00
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    Já que ninguém me perguntou ...

    Bom noite!

    Minha última postagem foi um vídeo com a execução do Concerto nº 9 para piano, 1º movimento, de MOZART.A pianista é a japonesa Mitsuko Uchida. O senhor regente é Jeffrey Tate.
    Uchida, que é erroneamente chamada de chinesa, nasceu em Tóquio e foi levada para Viena aos 12 anos para estudar por seu pai que era diplomata do Japão na Áustria. Seu primeiro concerto foi dado aos 14 anos no "Vienna Musikverein". Ela é considerada umas das melhores interpretes de Mozart, Beethoven, Schubert, Chopin, Debussy e Schoenberg.

    fonte (http://www.mitsukouchida.com) em 18 de outubro de 2008.



    Categoria: Clássicas
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 15:37:30
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    Mozart - só pra começar nosso aprendizado



    Apesar da senhorita ao piano se parecer muito com a doutora do Grey"s Anatomy. Sua performance com Mozart é brilhante, assistam..

    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:30:39
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    100 cds de música clássicas segundo pesquisa francesa.


    Sempre achei que seria impossível fazer uma seleção de músicas clássicas para se fazer uma iniciação à audiencia deste tipo de arte. Alguns franceses sempre estão a nossa frente e a fizeram.
    Eis abaixo a lista indicada por eles.


    Bach: Concertos brandebourgeois. Akademie für alte Musik Berlin (HM)
    Bach: Concertos pour violon. Faust-Poppen (Haenssler)
    Bach: Messe en si. Jacobs (Berlin Classics)
    Bach: Les Passions. Koopman (Erato)
    Bach: Sonates et Partitas pour violon. Ehnes (Analekta)
    Bach: Variations Goldberg. Perahia (Sony)
    Bartok: Concertos pour piano. Anda-Fricsay (DG)
    Bartok: Concerto pour orchestre, Musique pour cordes. Dorati (Philips)
    Beethoven et Brahms: Concertos pour violon. Milstein-Steinberg (EMI)
    Beethoven: Concertos pour piano n°3 et 5. Serkin-Bernstein (Sony)
    Beethoven: Fidelio. Klemperer (EMI)
    Beethoven: Sonates pour piano n°8, 14, 26. Moravec (Supraphon)
    Beethoven: Symphonie n°3. Szell (Sony)
    Beethoven: Symphonies n°5 et 6. Maazel-Berlin (DG)
    Beethoven: Symphonie n°9. Fricsay (DG)
    Bellini: Norma. Callas-Serafin (EMI)
    Berg: Concerto à la mémoire d&Mac226;un ange (+ Stravinsky). Perlman-Ozawa (DG)
    Berlioz: Harold en Italie. Davis (LSO)
    Berlioz: Symphonie fantastique. Munch (RCA)
    Biber: Sonates pour violon. Manze (HM)
    Bizet: Carmen. Lombard (Naïve)
    Brahms: Concertos pour piano. Guilels-Jochum (DG)
    Brahms: Concerto pour violon. Oïstrakh-Szell (EMI)
    Brahms: Œuvres pour piano. Kempff (DG)
    Brahms: Sonates pour violon et piano. Suk-Katchen (Decca)
    Brahms: Symphonies. Karajan 1978 (DG)
    Britten: Peter Grimes. Britten (Decca)
    Britten: War REQUIEM. Giulini (BBC)
    Bruckner: Symphonie n°7. Skrowaczewski (Oehms Classic)
    Bruckner: Symphonie n°9. MEHTA (Decca)
    Chopin: Ballades, Mazurkas. Moravec (Supraphon)
    Chopin: Nocturnes. Arrau (Philips)
    Chopin: Préludes. Sonate n°2. Argerich (DG)
    Chostakovitch: Symphnonies n°1, 5, 6, 8, 10 et 15. Sanderling (Berlin Classics)
    Debussy: Pièces pour piano. Casadesus (Sony)
    Debussy: La Mer, Nocturnes. Tilson Thomas (Sony)
    Dowland: Oeuvres vocales et pour luth. Deller (HM)
    Duruflé: REQUIEM. Graden (Bis)
    Dvorak: Symphonies n°7 et 9. Levine (RCA)
    Falla: Le Tricorne, L’Amour sorcier. Garcia-Navarro (DG)
    Fauré et Franck: Sonates pour violon. Grumiaux (Philips)
    Fauré: REQUIEM. Giulini (DG)
    Franck: Quintette. Levinas, Quatuor Ludwig (Naxos)
    Franck: Symphonie en ré. Monteux (+ D’Indy, Saint-Saëns par Munch) (RCA)
    Gershwin: Rhapsody in blue. Un Américain à Paris. Tilson Thomas (RCA)
    Gounod: Faust. Cluytens (EMI)
    Haendel: Water Music, Royal Fireworks Music. Savall (Astrée)
    Haendel: Le Messie. Harnoncourt (Teldec)
    Haydn: La Création. Karajan (DG)
    Haydn: Quatuors opus 42, 64 n° 5, 76 n°5. Quatuor Lindsay. (ASV Quicksilva)
    Haydn: Symphonies londoniennes. Jochum (DG)
    Janacek: Messe glagolitique. Ancerl (Supraphon)
    Liszt: Concertos pour piano. Sonate. Richter (Philips)
    Liszt: Faust-symphonie. Bernstein (DG)
    Mahler: Symphonie n°1. Solti-LSO (Decca)
    Mahler: Symphonie n°5. Neumann-Leipzig (Berlin Classics)
    Mahler: Symphonies n°9, 10, Chant de la Terre. Sanderling (Berlin Classics)
    Mendelssohn: Symphonies n°3, 4, 5. Munch/Flor (RCA)
    Messiaen: Turangalila Symphonie. Wit (Naxos)
    Monteverdi: Les Vêpres de la Vierge. Garrido (K. 617)
    Moussorgski: Les Tableaux d’une exposition. Ormandy (Sony)
    MOZART: Concertos pour flûte. Gallois (Naxos)
    MOZART: Concertos pour piano n°18, 21, 22, 23, 26, 27. Casadesus-Szell (Sony)
    MOZART: Don Giovanni. Giulini (EMI)
    MOZART: La flûte enchantée. Östman (Decca)
    MOZART: Quatuors dédiés à Haydn. Alban Berg Quartet (Teldec)
    MOZART: REQUIEM. Bernstein (DG)
    MOZART: Sérénade Gran Partita. Orchestre du Festival de Marlboro (Sony)
    MOZART: Les dernières Symphonies. Davis-Dresde (Philips)
    Orff: Carmina Burana. Muti (EMI)
    Prokofiev: Symphonies n°1 et 5. Karajan (DG)
    Puccini: La Bohème. Tebaldi-Serafin (Decca)
    Puccini: Tosca. Callas (EMI)
    Rachmaninov: Concertos pour piano n°2 et 3. Kocsis-De Waart (Philips)
    Ravel: Oeuvres orchestrales (2 CD). Cluytens (EMI)
    Rimski-Korsakov: Schéhérazade. Kondrachine (Philips)
    Rossini: Ouvertures. Reiner (RCA)
    Schubert: Les plus beaux lieder. Fischer-Dieskau-Moore (EMI)
    Schubert: Quintette la Truite et Quatuor La jeune fille et la mort. Quatuors de Budapest et Juilliard (Sony)
    Schubert: Les dernières Sonates pour piano. Brendel (Philips)
    Schubert: Symphonies n°4, 5, 8, 9. Wand et Reiner (RCA)
    Schubert: Trio op. 100. Stern, Istomin, Rose (Sony)
    Schumann: Concerto pour piano (+ Grieg). Katchen-Kertesz (Decca)
    Schumann: Kreisleriana. Horowitz (Sony)
    Sibelius: Symphonie n°2. Szell (Sony)
    Smetana: Ma Patrie. Kubelik-Vienne (Decca)
    Strauss J.: Valses. Concert du Nouvel an 1992 - Kleiber (Sony)
    Strauss R.: Ainsi parlait Zarathoustra (+ Holst). Steinberg (DG)
    Strauss R.: Salomé. Karajan (EMI)
    Stravinsky: L'Oiseau de feu. Dorati. (Mercury)
    Stravinsky: Le Sacre du Printemps. Pétrouchka. MEHTA (Decca)
    Tchaïkovski: Les Concertos. Kremer-Maazel, Argerich-Dutoit (DG)
    Tchaïkovski: Symphonies n°4 à 6. Sanderling et Mravinski (DG)
    Verdi: REQUIEM. Fricsay (DG)
    Verdi: La traviata. Cotrubas-Kleiber (DG)
    Vivaldi: Les Quatre saisons. Carmignola (Sony)
    Wagner: Ouverture et Préludes. Böhm , Kubelik, Jochum (DG)
    Wagner: Tristan et Isolde. Böhm (DG)
    Wagner: Le Vaisseau Fantôme. Dorati (Decca)
    Weber: Le Freischütz. Kleiber (DG)

    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:16:46
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    Elementar, meu caro Watson!

    “É meu dever saber das coisas.Talvez eu me tenha treinado para ver aquilo que os outros olham superficialmente” (Sherlock Holmes) Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior



    Categoria: literatura
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 17:35:28
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    Rimbaud # 1

    Alquimia do verbo

    A mim. A história de uma de minhas loucuras. Há muito tempo eu me gabava de possuir todas as paisagens possíveis, e achava irrisórias as celebridades da pintura e da poesia moderna.
    Eu amava as pinturas idiotas, enfeites de portas, cenários, telas de saltimbancos, bandeiras, gravuras populares; a literatura fora de moda, o latim de igreja, livros eróticos sem ortografia, romances de nossas bisavós, contos de fadas, pequenos livros da infância, velhas óperas, refrões tolos, ritmos ingênuos.
    Eu sonhava cruzadas, viagens de descobrimentos sem relatos, repúblicas sem história, guerras de religião abafadas, revoluções de costumes, deslocamentos de raças e continentes: eu acreditava em todos os encantos.
    Inventei a cor das vogais! - A preto, E branco, I vermelho, O azul, U verde. - Regulei a forma e o movimento de cada consoante, e, com ritmos instintivos, me lisonjeava de inventar um verbo poético acessível, cedo ou tarde, a todos os sentidos. Eu reservava a tradução.
    Foi primeiro um estudo. Escrevia silêncios, noites, anotava o indizível. Fixava vertigens.

    Longe dos pássaros, dos rebanhos, das aldeãs,
    Que bebia eu, de joelhos nesta mata
    Rodeada de tenros bosques de avelãs,
    Na neblina de uma tarde verde e pacata?

    Que poderia beber neste jovem riacho,
    - Arvores sem voz, grama sem flores, céu coberto! -
    Beber nestas cabaças amarelas, longe do meu lar
    Querido? Algum licor de ouro que faz suar.

    Eu parecia suspeita placa de taberna.
    - Uma tormenta veio expulsar o céu. De noite
    A água dos bosques perdia-se nas areias virgens,
    O vento de Deus jogava gelos às margens;

    Chorando eu via ouro - e não pude beber. -

    * * *

    Verão, quatro horas da madrugada,
    O sono de amor ainda dura agora.
    Sob o arvoredo se evapora
    O cheiro da noite festejada.

    Lá embaixo, em sua vasta obra
    No sol das ilhas de coqueiros,
    Já se agitam - a camisa em dobra -
    Os carpinteiros.

    Em seus Desertos de espuma, com tranqüilidade,
    Preparam os tetos preciosos
    Onde a cidade
    Pintará céus enganosos.

    Ó, para estes Operários de encantos
    Súditos de um rei de Babilônia,
    Vênus! Deixa um instante os Amantes
    Cuja alma é coroa e sonha.

    Ó Rainha dos Pastores,
    Leva a aguardente aos trabalhadores,
    Que estejam em paz os seus vigores
    Aguardando o banho de mar ao meio-dia.

    ***

    A velharia poética tinha uma boa parte na minha alquimia do verbo.
    Eu me acostumava com a alucinação simples: eu via muito francamente uma mesquita no lugar de uma fábrica, uma escola de tambores feita por anjos, coches nas estradas do céu, um salão no fundo de um lago; os monstros, os mistérios; um título de comédia levantava horrores na minha frente.
    Depois explicava meus sofismas mágicos com a alucinação das palavras!
    Acabei por achar sagrada a desordem do meu espírito.
    Eu era ocioso, tomado por uma pesada febre: invejava a felicidade dos bichos - as lagartas, que representam a inocência dos limbos, as toupeiras, o sono da virgindade!
    Meu temperamento se amargurava. Eu dizia adeus ao mundo em espécies de cantigas:


    Canção da mais alta torre

    Que venha, que venha
    O tempo da paixão.

    Tive tanta paciência
    Que para sempre esqueço.
    Temor e penitência
    Aos céus partiram.
    E a sede doentia
    Me escurece as veias.

    Que venha, que venha
    O tempo da paixão.

    Assim o prado
    Ao esquecimento deixado,
    Engrandece, e floresce
    De joio e incenso,
    Ao zumbir tenso
    Das moscas sujas.

    Que venha, que venha,
    A paixão que se empenha.

    Eu amava o deserto, os pomares queimados, as lojas desbotadas, as bebidas mornas. Eu me arrastava nas vielas fedidas e, os olhos cerrados, me oferecia ao sol, deus de fogo.
    "General, se sobrar um velho canhão nas tuas muralhas em ruínas, bombardeia-nos com blocos de terra seca. Nas vitrines das lojas maravilhosas! Nos salões! Faz a cidade comer o seu pó. Enferruja as bicas. Enche os quartos femininos de pó de rubis ardendo..."
    Oh! O mosquitinho bêbado no mictório do albergue, amoroso da borragem¹, e que dissolve um raio!

    (¹ Borragem: erva da família das sudoríficas, também chamada borracha no Sul do Brasil.)

    Fome

    Se tenho gosto não é senão
    Só pelas pedras e pelo chão,
    Almoço de ar então,
    De rochedo, de ferro, de carvão.

    Minhas fomes, girem. Pastem, fomes,
    O campo dos farelos.
    Atraiam o alegre veneno
    Das campainhas-amarelas.

    Comam cascalho quebrado que seja,
    As velhas pedras da igreja;
    Lascas dos antigos dilúvios,
    Pães semeados nos vales cinza.

    O lobo gritava sob as folhas
    Cuspindo as belas penas
    Do meu almoço de aves presumo:
    Como ele me consumo.

    As frutas, as saladas
    Só esperam a colheita;
    Mas a aranha das valadas
    Não come senão violeta.

    Que eu durma! que eu ferva
    Nos altares de Salomão.
    Na ferrugem corre o borbotão
    E se mistura ao Cedrão.

    Enfim, ó felicidade, ó razão, eu separava do céu o azul, que é preto, e vivi, faísca de ouro da luz natureza. De alegria, tomei uma expressão palhaça e perdida ao máximo:

    Foi reencontrada!
    O quê? A eternidade
    É o mar
    que o sol invade.

    Minha alma eterna
    Cumpre a tua promessa
    Apesar da noite só
    E do dia em fogo.

    Então te desprendes
    Dos humanos sufrágios,
    Dos comuns impulsos!
    Tu voas segundo...

    - Nunca a esperança.
    Nada de orietur ²
    Ciência e paciência,
    Certa é a tortura.

    Sem mais amanhãs,
    Brasas de satim,
    Vosso ardor
    É o dever.

    Foi reencontrada!
    O quê? A Eternidade.
    É o mar
    Que o sol invade.

    (¹ Cedrão: riacho que separa Jerusalém do Monte das Oliveiras. ² Orietur : forma do verbo orior, levantar-se, sair do leito.)

    Me tornei uma ópera fabulosa: vi que todos os seres têm uma fatalidade de felicidade: a ação não é a vida, mas uma maneira de desperdiçar alguma força, uma enervação. A moral é a fraqueza do cérebro.
    A cada ser, várias outras vidas me pareciam devidas. Este senhor não sabe o que faz: ele é um anjo. Esta família é uma ninhada de cachorros. Frente a muitos homens, eu falava bem alto com um momento de uma de suas outras vidas. Assim, eu amei um porco.
    Nenhum dos sofismas da loucura — a loucura que se tranca — foi por mim esquecido: poderia dizê-los todos, eu tenho o sistema.
    A minha saúde foi ameaçada. O terror vinha. Eu caía em sonos de vários dias e, levantado, continuava os sonhos os mais tristes. Estava maduro para a morte, e por uma estrada de perigos a minha fraqueza me levava aos confins do mundo e da Ciméria; ³ pátria da sombra e dos turbilhões.
    Tive de viajar, distrair os encantamentos juntados no meu cérebro. No mar, que eu amava como se fosse me lavar de uma mancha, eu via levantar-se a cruz consoladora. Tinha sido danado pelo arco-íris. A felicidade era minha fatalidade, meu remorso, meu verme: a minha vida seria sempre imensa demais para ser consagrada à força e à beleza.
    A Felicidade! O seu dente, doce à morte, me avisava no canto do galo — acl matutinum ao Christus venit — nas mais sombrias cidades:

    ³A Ciméria era para os antigos a região coberta de neblinas nos confins da Terra.

    Ó estações, ó fortalezas
    Que alma é sem fraquezas?

    Fiz o mágico estudo
    Da felicidade para tudo.

    Salve ela cada vez
    Que canta o galo gaulês.

    Ah! não terei mais vontade
    Ela carregou minha mocidade.

    O charme tomou corpo e alma
    E ofereceu a calma.

    Ó estações, ó fortalezas!

    A hora de sua fuga sem sorte!
    Será a hora da morte.

    Ó estações, ó castelos!

    Isto passou. Sei hoje saudar a beleza.

    ***



    Categoria: literatura
    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 15:48:22
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